FITO emociona por transformar o comum em arte
Emocionar, com a utilização de objetos aparentemente comuns, para expressar sentimentos
Uma vela, máquinas utilizadas em construção ou pedaços de panos, objetos aparentemente comuns, ganham vida e emocionam pessoas quando caem nas talentosas mãos de produtores e artistas de teatro. Despertar sentimentos. Essa é a meta dos organizadores do Festival Internacional de Teatro de Objetos (FITO). A última edição do festival aconteceu de 2 a 4 de dezembro de 2011, no Centro de Convenções e Exposições Albano Franco, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, evento realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso do Sul (Fiems) e que contou com a Gestão do Instituto Mundial de Desenvolvimento e da Cidadania (IMDC).
O presidente da Fiems, Sérgio Longen, afirmou que a entidade chegou ao fim de 2011 cumprindo o compromisso com a questão social e a cultural. “Ao realizar um evento como o FITO verificamos o quanto as pessoas saem modificadas”, disse. Em diferentes pontos do Centro de Convenções e Exposições Albano Franco o público pôde contar com a diferente sensação de ver objetos ganhando vida. O grupo francês Companhia Beau Geste Espetáculo Transports expectionnels apresentou uma peça que conta uma linda história de amor encenada por um ator e uma retroescavadeira. Isso mesmo: a máquina, comumente utilizada na construção civil, transformou-se em uma talentosa bailarina e emocionou o público presente.
A superintendente do Sesi, Maura Gabínio, acrescentou que a mudança do olhar ocorre justamente por causa da linguagem utilizada. “É a linguagem da emoção, que todos conseguem captar. Por meio de ações assim, o Sesi cumpre
sua função social”, disse.
O IMDC fez, também, a gestão do FITO em Pernambuco no mês de novembro de 2011. Na avaliação do Gerente do Núcleo de Gestão, Turismo e Eventos, Cristiano Lacerda, a cada edição do festival o Instituto reforça o compromisso com a Responsabilidade Social, por meio de expressões artísticas. “Ao investir na arte, estamos valorizando manifestações culturais e apostando no capital humano. Além disso, o evento movimenta a economia local e gera renda às famílias dos artistas e a todos aqueles envolvidos na produção do FITO”, finaliza o gerente.

















